O Verbo é Registrar e o Adjetivo é Oswaldo Forte
ConchitaCafé recomenda:

Dia: 7/12 próxima terça, véspera de feriado estarei no
Local: Maricotinha
Hora: 22h
Ingressos: R$ 10
Tocando um pouco de música autoral misturada a uns covers, além de mostrar inéditas que estarão no próximo disco.
Dia 10/12 (sexta) farei um show beneficente para fazermos um natal mais feliz para crianças de uma comunidade carente em Barcarena
Local: Caravelas Recepções
Hora: 20h
Ingressos: Um brinquedo
Dia 18/12 (sábado) segunda edição do Baile BregaChic
Local: Bar Teatro Vitrola
Hora: 22h
Ingressos: R$ 15 (c/ nome na lista apenas r$ 10 )
Informações/lista: 8119-8733 ou bailebregachic@yahoo.com.br
Convidados especiais: Felipe Cordeiro e Mauro Cotta
O Verbo é Amar e o adjetivo é Lia Sophia
ConchitaCafé – Desde o inicio de sua trajetória profissional na música, já foram três álbuns lançados. Para o público que ainda não conhece o seu trabalho, gostaria que você descrevesse para eles, o que podem encontrar em cada um dos repertórios musicais. Como você mesma os distingue?
Lia Sophia - Meu primeiro álbum Livre é um trabalho de descobertas e experimentações. Me experimento como compositora, faço parcerias, descubro um caminho de como produzir um disco, os arranjos musicais, a escolha de repertório e aprendo muito com todas as novidades que o primeiro trabalho trás consigo. E toda essa liberdade, que faz juz ao nome do disco, me trouxe muitas alegrias. A música Eu Só Quero Você, composição minha, Velhos Sonhos de Mapyu e Nilson Chaves e Boca de Débora Vasconcelos, bastante executadas nas rádios em 2005, ainda são as mais pedidas nos meus shows. Já o segundo disco Castelo de Luz, é um trabalho autoral, onde também fiz a produção e alguns arranjos. É um trabalho onde ponho em prática todas as descobertas e aprendizado adquiridos nos 4 anos que separam este do primeiro. Ele tem um conceito bem definido, desde as letras até os arranjos e os instrumentos com os quais gravamos, trazem em si uma pegada jazzística remetendo as Big Bands dos anos 60. Esse álbum recebeu diversos elogios da crítica especializada, inclusive do grande Nelson Motta, o que me deixou muito feliz, principalmente, por ser um trabalho autoral. O meu terceiro Cd Amor Amor, aconteceu de maneira despretensiosa. Em 2006 fiz um show para homenagear meus pais com as canções que eles ouviam durante a minha infância, dentre elas alguns bregas e boleros. Esse show foi um sucesso! Daí surgiu a idéia de registrar a releitura de grandes clássicos do Brega paraense dos anos 80 nesse álbum. Que apesar de ter sido lançado em maio, já o considero um grande sucesso.
ConchitaCafé - Há uma favorável disposição por produções musicais que identificam e valorizam os elementos sonoros próprios de cada cultura, num esforço de mostrar o que há de melhor no seu estado, região ou país. Com o seu recente álbum “Amor, Amor”, que nos apresenta uma releitura de canções do universo do brega, produzido na região norte, você nos afirma que este ritmo é o que melhor tem o paraense em termos de música ?
Lia Sophia - Não, absolutamente! Estaria sendo desonesta com outros gêneros que tão bem nos representam musicalmente. Por exemplo, o carimbó, que é o pai dos tambores e influencia desde os regionalistas até os rockeiros. Mas destaco sim, o Brega como a música paraense que abriu as portas das rádios, na década de 80, para a nossa música em geral. Se hoje as minhas composições e de outros artistas paraenses tem esse espaço, inclusive no cenário nacional, devemos isso aos clássicos bregueiros.
ConchitaCafé - Você imprimi no álbum “Amor, Amor” uma interpretação cheia de personalidade especialmente, pelo arranjo ousado que você garantiu às canções. Com sua voz e talento instrumental e com composição, as alternativas musicais para você são amplas. Nos revele os principais motivos que te fizeram decidir pela musica brega neste novo trabalho.
"não faço nada que outras mulheres não façam diariamente".
ConchitaCafé - Uma musica que você gostaria de ter feito ?

Muito mais sobre Lia Sophia, você encontra por aqui:http://www.liasophia.com.br/ www.twitter.com/liasophia140 www.myspace.com/liasophiacastelodeluz http://fairtilizer.com/users/liasophia Orkut perfil Lia Sophia e Lia Sophia II
Próxima entrevista: o fotojornalista Paulo Santos

O "Verbo" é profissional e o Adjetivo é J. Bosco
“Claro que o Brasil é um país sério”.
ConchitaCafé - Há uma critica sobre as charges de hoje, serem, em sua maioria, meramente ilustrativas dos fatos do dia (tendendo ao politicamente correto), havendo poucos jornais apresentando charges de opinião, que garantam ao leitor a oportunidade de realizar uma quarta leitura de uma realidade, além da manchete, da notícia, do editorial. Sobre este aspecto, qual a crítica que vc faz sobre seu próprio trabalho como cartunista, apresentado ao público de um dos jornais de maior circulação na região ?
“Um bom chargista deixa sempre uma pitada de dúvida no ar”.
ConchitaCafe - Sabemos que a charge pode ser, e é utilizada pela mídia capitalista, para influenciar a leitura dos governos. Para o profissional, cabe o desafio de ter ou não sua opinião. No caso da charge política, de que maneira realizar um trabalho que além de bom, esteja do lado certo ?
“Fazemos uma bela reciclagem da podridão para sobreviver nesse país fedorento”.
ConchitaCafe - O Brasíl é um pais bem humorado ? Brasil não é um país sério, conforme afirmou Do Gaule ?
JBosco - Hahahahaha...Claro que o Brasil é um país sério. De Guale apenas não entendeu o espírito da coisa. Vivemos num mundo de fantasia, de lerdeza total, das maravilhas políticas, dos reajustes dos aposentados, da educação sem educação, das tendências musicais que vão do nada a lugar nenhum, dos poderosos do crime organizadíssimo, da alienação da cultura de massa, dos jogadores que falam muito bem o português. Queremos forum privilegiado para o pobre povo brasileiro, que vem sendo perseguido por políticos corruptos e que usam a máquina para atropelar o zé povinho. Isso é engraçado pros chargistas, que vivem desse lixão, revolvendo como carapirá. Fazemos uma bela reciclagem da podridão para sobreviver nesse país fedorento.
“Meu dia a dia é a busca, por isso acho que falta muito coisa”.
ConchitaCafe - Nos falar um pouco sobre como isto tudo começou e o que ainda falta você realizar ?
ConchitaCafe - Além das charges, de qual outra maneira o humor esta presente na sua vida ?
JBosco - Vivo muito bem de humor financeiramente, graças as minhas neuroses, hipertensão arterial, gastrite, minha lassidão causada pelo volume de glicose alta no sangue por causa do sedentarismo, minhas dores lombais da prancheta; minha nova amiga, a LER, chegou junto com a miopia e astigmatismo. Não sei contar piada, sou um cara sem graça e ridículo quando esboço uma piada, meus amigos me acham podre nessa hora. Levo o humor a sério desde pequeno, quando não quis cursar uma faculdade e resolvi entrar no jornal pra ser alguém na vida. Tudo isso teve um custo muito alto: A disciplina do conhecimento, coisa que está em extinção.
Vamos ver ?
http://jboscocaricaturas.blogspot.com
www: chargeonline.com.br
www: worldcartoonists.blogspot.com
J.J Jackson in live - Baiacool Jazz
Confiram:
Desde os 15 anos, Jackson vive da música; na sua longa estrada dividiu palco com grandes artistas consagrados como BB King e Lightinin Hopkin. Seu primeiro grupo chamava-se Rocking Teens, tinha entre seus integrantes Jimi Hendrix. Participou como compositor e intérprete de diversas trilhas de novelas, como "Bebê a Bordo", "Vamp", "Salvador da Pátria", "Rainha da Sucata", e outras, além de jingles para grandes marcas do mercado nacional.
O seu trabalho no Brasil rendeu-lhe no dia 31 de março de 2001, o título de "Personalidade Brasileira 500 Anos" pelo Conselho de Honrarias e Méritos do Brasil, em cerimônia realizada no Teatro Municipal de São Paulo, ao lado de grandes nomes da cultura nacional. O seu último CD, "Jackson and Special Friends", é uma homenagem a todas pessoas importantes de sua vida. Neste CD, participação especial para a faixa "You Are So Beatiful", com a honrosa participação de Nuno Mindelis.
Das gravadas em estúdio vale ressaltar o gospel chamado "Take me Home", um coral de 24 vozes a capela. Entre as cancões que apresenta em seus shows está "Back in São Paulo", composição própria, dedicada a cidade que mora no seu coração. Ao lado de "Hey Blues", também autoria de Jackson, são as interpretações que mais esquetam a platéia. "Liitle Wing", música do ex-parceiro Jimi Hendrix, surpreende e encanta os fãs. Os Roling Stones também ganharam versão acústica em "Simpathy For The Devil".